Comentários pessoais a várias coisas ou acontecimentos

Sr. Ego T3 ep.4 – Sacuda-se (com fundo musical)

Estamos em época natalícia e onde quer que estejamos é impossível escapar-lhe. No centro comercial, no supermercado, no elevador ou mesmo na sessão de acupuntura, levamos com o “Let it snow” com fundo de chocalhos. Por isso, e para não fugir à regra, antes de continuar a ler, por favor, ponha a tocar uma música de Natal. Obrigada.

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Sr. Ego T3 ep.3 – Pode ser para seu bem

Um rei tinha um vizir muito sábio, cujo sentido de justiça era muito apreciado pelo povo. Muita gente o procurava para pedir conselhos que ele dava com bondade e bom-senso. Um, particularmente, era fatídico, fosse qual fosse a situação: “Lembre-se que pode ter sido para seu bem!”.

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Sr Ego T2 ep.9 – Quer ser original?

Os textos tradicionais dizem: todo o sofrimento deste mundo vem de acarinharmos o ego e toda a felicidade vem de acarinharmos os outros. Eu sei que soa um pouco “démodé”. É um tipo de discurso que não abre telejornais pela boa razão de que não é mote das reuniões da comissão europeia, nem parece ter nada a ver com a crise (embora tenha absolutamente tudo a ver).

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Sr. Ego – T2 ep.3 – A hora da fama

Hoje em dia é-se famoso não necessariamente pelas melhores razões. Os participantes dos concursos e reality-shows televisivos, por exemplo, tornam-se heróis de um dia para o outro apenas por aceitarem expor-se aos olhares dos outros, enquanto emagrecem à força ou aprendem a mugir vacas nalguma ilha longínqua.

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O Sr. Ego – eu tenho, logo sou…

Vimos no episódio anterior que uma das estruturas mentais mais básicas através da qual o ego existe é a identificação. Quando me identifico com algo, torno-o parte da minha "identidade". É o que faço com as coisas (e também com as pessoas, mas isso fica para um próximo episódio).

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A natureza da felicidade

Consideremos a natureza da felicidade. A primeira coisa a assinalar é que a felicidade é uma qualidade relativa. Experimentamo-la diferentemente de acordo com as circunstâncias. O que traz bem-estar a uma pessoa pode fazer sofrer outra. Todos nós, em geral, nos sentiríamos muito infelizes se fôssemos condenados à prisão perpétua. Mas um criminoso passível de pena de morte ficaria provavelmente muito contente ao ver a sua pena comutada em prisão perpétua.

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O lado bom do mundo

Olhar para o lado bom da vida não significa fechar os olhos às ameaças terroristas ou à crise económica, fazendo de conta que não existem. Olhar para o lado bom da vida é uma opção. É escolher olhar para as pessoas boas e corajosas de que a vida está cheia, para os acontecimentos, descobertas ou iniciativas que trazem o bem e dignificam os seres humanos, dar-lhes importância e privilegiá-los em relação às outros, aqueles que a comunicação social atira cá para fora às centenas, quotidianamente.

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A mente é um ilusionista

A mente é como um ilusionista. Pode fazer-nos ver coisas que não existem realmente. A maior parte de nós entusiasma-se com as ilusões que a nossa mente cria e temos tendência para procurar fantasias cada vez mais excessivas.

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A economia da compaixão

O Dr. G. Vankataswamy nasceu em 1918 numa pequena aldeia do Sul da Índia. Formou-se em clínica geral em 1944 e alistou-se no exército como médico. Porém, em 1948 (apenas com 30 anos), teve de se reformar devido a uma artrite reumatóide que lhe deformou os dedos por completo. Essa doença mudou o rumo da sua vida para sempre.

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