A gratidão é o segredo

Predispor-se para a gratidão significa não tomar seja o que for por garantido, devido ou obrigatório. Ninguém "tem" de amar-nos, respeitar-nos ou tratar-nos bem. Não há idades em que é proibido morrer nem situações que não podem acontecer.

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O presente é agorinha

Toda a nossa atenção é canalizada para as pequenas coisas do dia a dia: terminar esta ou aquela coisa, fazer um telefonema, enviar um email, ir levar os miúdos à escola, preparar o jantar... e os nossos pensamentos vão, inevitavelmente para aquilo que foi ou aquilo que vai ser.

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A natureza da felicidade

Consideremos a natureza da felicidade. A primeira coisa a assinalar é que a felicidade é uma qualidade relativa. Experimentamo-la diferentemente de acordo com as circunstâncias. O que traz bem-estar a uma pessoa pode fazer sofrer outra. Todos nós, em geral, nos sentiríamos muito infelizes se fôssemos condenados à prisão perpétua. Mas um criminoso passível de pena de morte ficaria provavelmente muito contente ao ver a sua pena comutada em prisão perpétua.

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O lado bom do mundo

Olhar para o lado bom da vida não significa fechar os olhos às ameaças terroristas ou à crise económica, fazendo de conta que não existem. Olhar para o lado bom da vida é uma opção. É escolher olhar para as pessoas boas e corajosas de que a vida está cheia, para os acontecimentos, descobertas ou iniciativas que trazem o bem e dignificam os seres humanos, dar-lhes importância e privilegiá-los em relação às outros, aqueles que a comunicação social atira cá para fora às centenas, quotidianamente.

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Aceitar o que é

Há pessoas que andam pela vida sempre contrariadas. Se faz sol, queixam-se do calor; se chove, queixam-se da chuva. Detestam o frio, odeiam o calor, parece às vezes que a única coisa de que gostam mesmo é de se queixarem.

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A força do altruísmo

Num mundo em que o individualismo tem ganho terreno ano após ano, tudo que nos nos liga uns aos outros tem desaparecido. Já sem falar do modo de vida tribal – que foi o nosso durante milhões de anos – e onde a cooperação era fundamental para a sobrevivência, tínhamos, no nosso passado recente, a comunidade do bairro, da aldeia, ou mesmo da pequena vila onde as pessoas se conheciam e onde, em muitos casos, prevalecia a troca de serviços ou de “favores”.

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