Sr Ego T2 ep.9 – Quer ser original?

Os textos tradicionais dizem: todo o sofrimento deste mundo vem de acarinharmos o ego e toda a felicidade vem de acarinharmos os outros. Eu sei que soa um pouco “démodé”. É um tipo de discurso que não abre telejornais pela boa razão de que não é mote das reuniões da comissão europeia, nem parece ter nada a ver com a crise (embora tenha absolutamente tudo a ver).

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Sr. Ego – T2 ep.3 – A hora da fama

Hoje em dia é-se famoso não necessariamente pelas melhores razões. Os participantes dos concursos e reality-shows televisivos, por exemplo, tornam-se heróis de um dia para o outro apenas por aceitarem expor-se aos olhares dos outros, enquanto emagrecem à força ou aprendem a mugir vacas nalguma ilha longínqua.

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O Sr. Ego T2 ep.1 – Eu faço… logo existo

Andamos sempre muito ocupados. O trabalho ocupa-nos, a família ocupa-nos, o lazer ocupa-nos. Todos temos milhares de coisas para fazer e estratégias para não as perdermos de vista. E quando, por milagre, temos um momento de ócio... enchemo-lo com qualquer coisa.

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O que é importante?

Renúncia é uma palavra que ninguém gosta de ouvir. Cheira assim a coisa fora de moda, a convento, a celibato forçado... Mesmo no contexto budista, sugere a ideia de abandonar tudo, deixar para trás prazeres, amigos, bens e ir enfiar-se num sítio solitário, viver com o mínimo, privar-se de tudo. E para quê?

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A natureza da felicidade

Consideremos a natureza da felicidade. A primeira coisa a assinalar é que a felicidade é uma qualidade relativa. Experimentamo-la diferentemente de acordo com as circunstâncias. O que traz bem-estar a uma pessoa pode fazer sofrer outra. Todos nós, em geral, nos sentiríamos muito infelizes se fôssemos condenados à prisão perpétua. Mas um criminoso passível de pena de morte ficaria provavelmente muito contente ao ver a sua pena comutada em prisão perpétua.

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O lado bom do mundo

Olhar para o lado bom da vida não significa fechar os olhos às ameaças terroristas ou à crise económica, fazendo de conta que não existem. Olhar para o lado bom da vida é uma opção. É escolher olhar para as pessoas boas e corajosas de que a vida está cheia, para os acontecimentos, descobertas ou iniciativas que trazem o bem e dignificam os seres humanos, dar-lhes importância e privilegiá-los em relação às outros, aqueles que a comunicação social atira cá para fora às centenas, quotidianamente.

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A economia da compaixão

O Dr. G. Vankataswamy nasceu em 1918 numa pequena aldeia do Sul da Índia. Formou-se em clínica geral em 1944 e alistou-se no exército como médico. Porém, em 1948 (apenas com 30 anos), teve de se reformar devido a uma artrite reumatóide que lhe deformou os dedos por completo. Essa doença mudou o rumo da sua vida para sempre.

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